Estrutura de capital, proteção patrimonial e conformidade — dentro e fora do país. Um interlocutor coordenando jurídico, tributário e financeiro.
UMA SÓ MESA PARA TODAS AS FRENTES
Coordenamos as frentes entre si, para que uma decisão tributária não desmonte a estrutura societária — e vice-versa.
Começar uma conversaQuem recebe o quê, quando e sob qual instrumento. O desenho vem antes da conta.
ITCMD, ganho de capital e regime das pessoas jurídicas: quanto custa cada caminho.
Para o brasileiro que mantém recursos fora. Conta no exterior com remessa registrada e declarada.
Para o estrangeiro que traz recursos ao Brasil. Sem registro, o dinheiro entra — mas não volta.
Separar patrimônio pessoal de risco operacional — antes do problema, nunca depois.
Verificar imóveis e negócios antes de assinar. A diligência custa menos que o passivo herdado.
Vigilância preventiva e contínua. Agir enquanto o risco ainda é evitável.
Posições consolidadas e leitura independente. Sem produto próprio para vender.
O trabalho não termina na assinatura. Estrutura montada e abandonada vira passivo.
Mapeamento do que existe: ativos, exposição ao risco, situação cadastral e o que já está irregular. Antes de propor qualquer estrutura, é preciso saber de onde se parte.
Atos societários, registros, remessas e comunicação aos órgãos competentes, na ordem que evita retrabalho e autuação.
Obrigações acessórias em dia — nos dois países, quando houver estrutura no exterior.
Acompanhamento preventivo e contínuo. O alerta chega enquanto ainda há o que fazer.
Documentos sob guarda, acesso registrado e comunicação restrita a quem precisa saber.